quarta-feira, 30 de setembro de 2009

71. LEGALIZAÇÃO DA MACONHA: UM CASO A PENSAR

Atualmente, está sendo discutido um tema muito importante, que é a legalização da maconha. Muitos brasileiros são a favor, outros são contra e também há a camada da população que ainda não se pronunciou a respeito da situação, calando-se. Diante disso, uma atitude deve ser tomada, sendo necessárias políticas eficazes de descriminalização de tal droga, tendo em vista o fim do tráfico e a redução de seu consumo.
A maconha é uma droga que possui um contingente de usuários muito elevado. Com sua legalização, poderia haver uma diminuição do tráfico de drogas, visto que ela passaria a ser vendida em farmácias de forma legal. Não só diminuiria o tráfico, como também a violência.
Muitos viciados não pagam a maconha que utilizam, ficando cheios de dívidas devido ao preço alto que os traficantes cobram. Por isso, acabam sendo mortos. Mortes estas que diminuiriam de forma significativa; pois ao comprar a maconha em qualquer loja, o usuário estaria protegido pela lei.

Adolescentes, hoje em dia, possuem um desejo proibido: aquele de experimentar algo novo, algo proibido. A maioria acaba no mundo das drogas e encontra nelas um meio de esquecer todos os problemas. Com a legalização, essa tendência à fuga dos padrões normais por parte dos jovens não repercutiria no aumento do consumo de maconha, haja vista a facilidade de acesso a ela. O permitido não atrai, afasta; porquanto, na maioria dos casos, o que norteia suas atitudes é a necessidade de estar no foco das atenções, chocando os que estão a sua volta. Usar algo legalizado não assusta; não choca; não faz o efeito desejado.
Portanto, no que diz respeito à legalização, há muito no que se pensar, de modo que qualquer decisão que o governo tome, deve ser estudada antes, para que não gere problemas posteriores. Agora cabe a todos os cidadãos brasileiros não se calarem diante dessa situação e se posicionarem: a favor ou contra; mas o mais importante é se posicionar.

Ana Paula Pimenta 1201

70.ENTRE DOIS AMORES

Entre dois amores
apenas um
na incerteza do dia
entre a escolha tardia

Tão simples querer tudo
tão difícil ter que escolher
não sei se o sentimento é suficiente
não sei se devo sofrer

Por que os dois tem de estar iguais?
Para que me colocar nessa situação
onde a lógica supera a emoção
diante da incerteza da imaginação?

Se for para a felicidade de um
e descontentamento do outro
decido esquecer isso tudo
e esperar mais um pouco.


Lucas Firmida - 1101

terça-feira, 29 de setembro de 2009

69. A HISTÓRIA DO CAFÉ

Rege uma lenda, que centenas de anos atrás, um pastor chamado Kaldi observando seu lindo e verde pasto notou que suas gorduchas cabras ao se alimentar das reluzentes folhas de uma árvore baixa ficavam mais sagazes e agitadas, tal fato o deixou muito curioso, no entanto nada fez, naquele dia. Mais tarde, quando ia se deitar, voltou a pensar na árvore de folhas reluzentes e as tais cabras sagazes. Ainda que tenso e morrendo de curiosidade, Kaldi conseguiu dormir. No dia seguinte, despertou com um pulo, botou suas calças e correndo foi até a árvore que o intrigava. Ao chegar perto, notou frutos vermelhos e redondos, arrancou-os e voltou para sua pequena casa. O pastor observou os frutos por alguns segundos e resolveu comê-los assim como faziam as cabras gorduchas. Passaram-se alguns minutos, e Kaldi sentiu algo que nunca havia sentido: uma vivacidade que parecia querer rasgar seu couro. Foi trabalhar e ficou maravilhado com sua agilidade e deu o nome aos frutos de café. Depois, passou a tomá-los todos os dias pela manhã. As cabras de Kaldi não fugiam mais e seu bando cresceu.
A história do café começa no século IX nas altas terras da Etiópia e vai ser difundida pelo Egito e pela Europa. Desde então, o café é um fator econômico e social muito presente e já foi a principal economia do Brasil. Seus plantadores já passaram por crises enormes e devastadoras como a de 1929, porem, os grãos morenos e torradinhos sempre se mostram fortes, superando todos os obstáculos, a cada ano. Só o Brasil, vende cerca de 2400 milhões de toneladas que serão consumidas por bocas sedentas ou sonolentas de todo o mundo.
Nas ilhas de Sumatra, Java, Sulawesi, Filipinas e no arquipélago da Indonésia, existe um processo de produção de café quase sagrado, no qual os grãos servem de alimento a uma espécie de gambá chamada civeta. Os grãos não são digeridos e atravessam intactos o sistema digestivo do pequeno animal; este processo da ao maravilhoso café o nome de Kopi Luwak e será vendido em países como Estados Unidos e Japão por cerca de mil dólares o quilo. O Kopi Luwak é degustado pelas bocas refinadas de muitos ricos especialistas, que afirmam que o inigualável café tem um toque de chocolate e suco de uva.
Parece que não foi só Kaldi que se apaixonou pelos mágicos e avermelhados frutos dessa linda árvore.
Artur Souto - 1102

68. DROGAS

Superar inseguranças, preencher vazios ou mera curiosidade são alguns dos fatores que podem levar os jovens às drogas, porém sair delas é um pouco mais complicado. São inúmeros os exemplos de pessoas escravas das drogas. Um deles, famoso no mundo inteiro, é o da cantora Amy Winehouse, que com 24 anos já têm suspeita de enfisema pulmonar e passou por clínicas de reabilitação para se livrar dos vícios, o que ainda não aconteceu. Outro caso menos “glamouroso” e mais próximo do nosso dia-a-dia é o da mãe que teve de acorrentar o filho – usuário de crack – para tentar tirá-lo da dependência, na Vila Caturrita, em Santa Maria.
O jovem em geral, cada vez mais, experimenta algum tipo de droga. Seja ela licita ou ilícita. O álcool é a droga mais utilizada pelos jovens entre 12 e 17 anos. A idade de início do uso do álcool é de 12 anos. Depois do álcool, as drogas que crianças e adolescentes experimentam com menor idade são o tabaco, os solventes e os medicamentos (anfetaminas, benflogin e etc.) Em seguida, vêm as drogas ilícitas, como maconha e cocaína. O que facilita o contato com as drogas são muitas vezes os familiares ou o grupo de amigos e o fácil acesso a elas. Outra droga que vem aumentando o numero de usuários, por ter quase os mesmos efeitos da cocaína e ser muito mais barata, é o crack.
Existem milhares de opiniões de grandes médicos e políticos sobre as drogas. Alguns dizem que as drogas lícitas deveriam virar ilícitas, como o álcool por exemplo, e algumas ilícitas poderiam virar licitas como a maconha.
A maconha é um pouco diferenciada nesse estudo porque, é provado cientificamente que ela pode ajudar no tratamento de doenças e que não é uma droga que vicia quimicamente. Até hoje não há nenhuma lei que esteja para ser aprovada sobre isso, mas a passeata da maconha continua a pressionar governo e sociedade.
A prevenção é a melhor solução contra as drogas, pois o tratamento de um dependente químico é longo e não é garantia de uma vida sem o uso.
Não estou querendo fazer nenhum tipo de apologia, o que não pode existir é o preconceito da sociedade em relação ao dependente. Espero que tenha explicado um pouco sobre o assunto.
Lucas Santana - 1101

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

67. DIFERENÇAS

Existem diferenças de cor, raça, religião ..
Mas todas devem ser vistas e respeitadas pelo coração.
Apesar das diferenças,
Um depende do outro,
Não dá para se viver solto.

Ninguém é perfeito!

Se não existissem as divergências,
O que seria do branco, se todos preferissem o preto?

Vanessa Godinho Leite - 1201

66. PENA DE MORTE: UMA BOA SOLUÇÃO?

Desde tempos imemoriais, a sociedade humana sempre se encarregou daqueles que infringiam gravemente suas leis com a pena de morte. Esta já teve diversas formas, entre elas, crucificação, guilhotina, fogueira, enforcamento, fuzilamento, cadeira elétrica e injeção letal. Aqui no Brasil já não ocorre uma - legalmente - há décadas, se não séculos. A pena de morte é um assunto extremamente polêmico, batendo de frente com tópicos como o aborto, dividindo a população mesmo que de forma indireta. Além disso, essa questão desafia o bom senso, uma vez que quando somos educados, uma das instruções mais reforçadas é jamais matar outra pessoa. Porém, se alguém quebrou esta regra inscrita na sociedade, seria mais que justo matar esse indivíduo também. Se nas salas de aula você perguntar: "É correto matar outra pessoa, se esta pessoa já tiver assassinado alguém?" O bom senso nos leva a afirmar que não e assim as pessoas mantém sua imagem para com a sociedade, intacta, mas será que é isto o que realmente pensam?
Existe também uma importante questão emocional, aqueles que tiveram uma pessoa querida como vítima de assassinato acabam inclinando para o lado daqueles que concordam com o retorno dessa pena. Se analisarmos friamente a questão, podemos ver com clareza que a pena de morte é uma forma eficaz de repreensão contra futuros crimes, mas também é evidente que essa repreensão pode resultar em revoltas populares, como aconteceu e acontece em qualquer um dos trinta e seis estados dos Estados Unidos que a legalizaram. Já vendo pelo lado das pessoas próximas das vítimas, que apesar de usarem argumentos parecidos, explicam de forma sútil que é uma questão de querer justiça, "você colhe o que plantou", apesar de alguns negarem, é de conhecimento público que a opinião deles seria totalmente diferente se isso não tivesse ocorrido com seus entes queridos. Mas eu não os culpo, no lugar deles eu provavelmente agiria da mesma forma e acho que é hora de todos pensarmos nisso. Você, meu caro leitor, agiria assim?
Já aqueles que são contra esta pena afirmam que não seria aplicada de forma eficaz e, como consequência, vários inocentes seriam executados anualmente. Também afirmam que é uma violação dos direitos humanos. Até certo ponto eles têm a razão absoluta ao seu lado, realmente é uma violação dos direitos humanos. Também afirmam que atualmente, a mais utilizada pena de morte - a cadeira elétrica - é feita de forma que faz dos algozes tão criminosos quanto o homem sentado na cadeira. Antes de ir para a cadeira, o criminoso tem injetadas em seu corpo drogas que evitam que esteje acordado enquanto é eletrocutado. Acontece que muitas das vezes, a dosagem não é feita de forma correta e a pessoa está acordada e sente a dor provindas da eletrocutação. Quando a pena de morte é feita com a injeção de um veneno fatal, também usa-se os mesmos argumentos, afirmando que o condenado estava totalmente consciente e assim, fora também vítima de assassinato.
Minha opinião se resume no provérbio popular antes citado: "Você colhe o que plantou." E mais uma vez eu pergunto a você, caro leitor, você é a favor ou ou contra a pena de morte?

Caio Cordeiro - 1201

65. DESISTIR? POR QUÊ?

Existem várias pessoas que desempenham ótimos papéis em suas vidas e realmente se destacam no ramo em que atuam, vivem, ensinam etc. Porém, às vezes, essas pessoas passam por situações que não previam e que podem alterar totalmente suas vidas, seja com elas próprias — acidentes ou coisas parecidas — ou com alguma pessoa que amam — a perda de um parente querido.
Muitas vezes, essas pessoas deixam que esses acontecimentos tomem conta de suas vidas; e, assim, vivendo somente em função desse problema, deixam tudo o que viviam para trás. Esquecem-se de que aquilo que viviam influenciava positivamente na vida de muitas outras pessoas. Porém, muitas vezes, conhecemos pessoas que não permitem que um acidente possa interferir em sua vida. Ela não se deixa abater pelo problema, que pode sim ser muito grave, e encara a vida dali em diante como mais um desafio.
Podemos citar como exemplo o caso de uma surfista chamada Bethany Halmilton que levava uma vida normal. Fazia surf todos os dias que quisesse, na praia que quisesse, até um dia em que tudo mudou em sua vida. Bethany estava em uma praia onde sempre costumava ir; esperava por uma onda, quando, de repente, sofreu um ataque de um tubarão branco. Ela foi levada a um hospital por uma amiga que a acompanhava no surf. Bethany teve de amputar seu braço esquerdo, porém não desistiu, depois de uma difícil recuperação, Bethany já estava surfando de novo. Hoje, ocupa o topo de uma importante competição internacional.
Temos também o exemplo do jogador de futebol Ronaldo, que sofreu anos atrás uma ruptura de um ligamento do joelho, mas se recuperou totalmente e voltou a jogar. Há algumas semanas atrás, Ronaldo sofreu outra ruptura de ligamento, porém, no outro joelho. Ronaldo disse que faria o máximo para se recuperar e voltar aos treinos de futebol e demonstra vontade de se aposentar no Flameng. Vamos torcer por ele!
Enfim , todos sofremos dificuldades em vários momentos de nossas vidas. Cabe somente a nós resolvermos continuar ou não. Devemos então reunir forças e passar por todos os problemas que a vida nos proporcionar, sempre lembrando que esses problemas podem se transformar em momentos de glória e de certeza de que somos capazes de superar obstáculos.

Matheus Mandarino - 1202

64. FORÇA

A gente supera
Não importa a altura do tombo
Não importa o tamanho do rombo
Que no coração seja feito

Porque nada é perfeito
Mas quando acontece há senso
E basta o tempo e um lenço
Pra enxugar qualquer lágrima vã

Porque basta a manhã
Pós a noite que não foi dormida
Pra que se aprenda que a vida
É mestra e nós aprendizes

Porque são cicatrizes
Que nos lembram do aprendizado
Que apesar da dor foi deixado
Assim que se pôde se erguer

Mas a mão que nos ergue
É a própria e nenhuma outra mais
E assim o que fica pra trás
Nos mostra, enfim, que a gente supera.

Bárbara Bottino - 1202

domingo, 27 de setembro de 2009

63. A DURA REALIDADE

Vivemos em um país subdesenvolvido, e como tal, enfrentamos problemas como a fome, a pobreza, a violência, a desigualdade social, enfim, problemas que, infelizmente, já fazem parte do nosso cotidiano. E sempre ouvimos os mesmos discursos: se nos preocuparmos mais com as famílias menos favorecidas, se houver mais policiamento, se as autoridades fizerem isso e aquilo... Mas sempre continua a mesma coisa: gente morrendo de fome, de bala perdida. Porém, quando será que isso, realmente, vai mudar?
A tendência é piorar. Sim, temos campanhas e ONGs que ajudam. Eu não sou contra; muito pelo contrário, sou a favor, mas só isso e promessas de políticos, que só querem ganhar votos, não vão tirar as crianças dos sinais e colocá-las nas escolas. De que adianta as crianças irem para a escola, se muitas não rendem o esperado por falta de estrutura familiar? E por não terem expectativas de melhoria de vida, vão para o tráfico e viram bandidos. Eles sabem que é errado; mas, desde que nasceram, convivem com isso nas favelas onde moram. Eles sabem que um "cara" com um fuzil na mão é sinal de poder, e ele quer ter esse poder pelo menos uma vez na vida. Quem sabe a última? Ele quer ter o dinheiro, o qual, mesmo que seja "sujo", compra coisas que ele sempre desejou, e que dificilmente iria conseguir se não fosse pelo roubo ou pelas drogas que vendeu. Resumindo, a bola de neve já está formada e não se tem muito que fazer, até porque as autoridades só se preocupam com seu bolso e não estão nem aí para ou resto.
É claro que há exceções, sim; mas só elas não são capazes de mudar esse país. Elas podem melhorar, mas sempre veremos aquele menino pedindo esmola no sinal para ajudar seu irmão mais novo que não tem o que comer. É duro enfrentar a realidade, infelizmente essa é a real situação de um país como o nosso: um pais muito rico; porém, politicamente, muito frágil.

Gustavo Maciel - 1202

62. MUNDO MAIS DESONESTO

Neste mundo tão rico e nobre
Porque a maioria ainda é pobre?
Se o mundo é tão criança
Deixe a humildade entrar na dança
Rico e pobre lado a lado
Desigualdade para todo lado

Então me diga presidente
Onde está o trabalho pra toda essa gente
Tem que pagar pra ser inteligente
Dêem comida e casa à essa gente
Exigimos um governante decente
para acabar essa história de infelizmente

Onde vocês querem chegar
Roubando dinheiro de quem só faz trabalhar
Ajude o povo pra sua alma lavar
Corrupção é só o que eu consigo enxergar
liberte esse povo e deixe-os caminhar
Na mediocridade não podem estagnar.

Olair Felipe - 1101

61. ALERTA GERAL

Gripe suína! Retornamos às aulas, e agora?

Agora devemos fazer nossa parte, colocando em prática todas as orientações que nos foram dadas através dos diversos canais de comunicação.

Orientações como: lavar frequentemente as mãos; fazer, sempre que necessário, o uso do álcool gel; utilizar os bebedouros com copos descartáveis; evitar aglomerações ou lugares pouco arejados; não compartilhar alimentos; e muito mais.

Porém, com o passar do tempo, tais orientações não podem cair no esquecimento. Elas devem tornarem-se hábitos constantes no nosso dia a dia.

Com isso, ganharemos tempo para que os grandes institutos de pesquisas trabalhem na produção de uma vacina eficaz; de preferência, ainda para este ano de 2009.

Espero que nosso retorno às aulas tenha sido de forma consciente!

Bruno Maia Tavares - 1102

terça-feira, 22 de setembro de 2009

60. MUNDO CAPITALISTA

A cada dia que passa, mais o mundo parece estar perdido. Às vezes ficamos até desanimados e desperançosos de que o mundo possa mudar.
É só ligarmos a TV para vermos como o mundo está contaminado com tanta maldade: tragédias, guerras, mortes, fome, miséria, assaltos, estrupos, tráfico de drogas, corrupção, desmatamentos, queimadas... e, mesmo assim, nem tudo aparece na televisão. Nós só vemos uma parte do que realmente acontece.
Cada vez mais as pessoas estão ficando mais individualistas, sem amor, sem respeito, valorizando mais os bens materiais do que a VIDA — das pessoas e sua própria...claro! Afinal, estamos vivendo em um mundo capitalista. Onde tudo gira em torno das altas contas nos banco, fazendo-nos acreditar que quem tem mais dinheiro é realmente"alguém" na vida.
Nós somos influenciados de muitas formas para estarmos sempre na moda. O mercado sempre está lançando um produto mais sofisticado que o outro, deixando-nos com vontade de sempre estarmos comprando. Pensamos que isso é a verdadeira felicidade! Muitas das vezes, não necessitamos do tanto que temos, nem damos valor ao fato de que temos tudo de bom e de melhor, mesmo com tantas pessoas necessitadas por aí.
O que estamos é cada vez mais enganados e não paramos para perceber que isso está fazendo mal a nós mesmos! Nós sabemos que, se não tivermos conciência disso, a tendência é só piorar. Então não fique parado aí, faça a sua parte para mudar o mundo, que a sociedade agirá de outra forma!

Amanda Khalil - 1102

59. CRISE CARIOCA

Hoje em dia, não é preciso saber muito sobre a população brasileira para ver que nossa maior paixão é o futebol. E quando o assunto é esse, lembramos logo dos grandes times do Rio de Janeiro, ou seja, Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo. Entretanto o momento deles não é digno dessa honra toda, não.
A situação desses clubes é tão ruim que antes, tínhamos tantos clubes na primeira divisão nacional (e que muitos até foram campeões) e hoje em dia, temos apenas três times na primeira divisão. Não ganhamos um titulo nacional há 9 anos e nossa melhor colocação no século XXI foi em 2007, com o Flamengo, num apagado 3º lugar.
Isso tudo é conseqüência do amadorismo dos dirigentes. É inadmissível que o Tigres do Brasil, que é um clube empresa de apenas 5 anos, seja o único clube do Rio de Janeiro a ter um Centro de Treinamento próprio, enquanto os supostos “grandes” têm uma estrutura precária, atrasam salários e possuem uma diretoria amadora. Todas as semanas vemos nos meios de comunicação, erros grosseiros de dirigentes de Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo. “Passar a mão na cabeça” de jogadores é um deles; sem contar as contratações absurdas (mesmo com os “cofres vazios”); ou o que é pior: deixar o patrocinador mandar no clube.
Esse ano, temos um clube de muita tradição na segunda divisão; e, daqueles que estão na Série A, dois então “pedindo” para também serem rebaixados. Existe um outro que também estava indo muito mal, mas que agora vai se recuperando.
Enquanto isso não mudar, enquanto não tivermos estruturas dignas de clubes centenários, não teremos outra escolha a não ser comemorar, no máximo, um titulo estadual, que é disputado com equipes de terceira e quarta divisão.

Arthur Bôa - 1101

58. ESCOLHER SUA PROFISSÃO

Quando somos pequenos, nunca paramos para pensar sobre o nosso futuro profissional. Talvez não nos damos conta do quão importante ele é.
Com o amadurecer da idade, vemos que a escola não é para sempre. Um dia, esse trajeto escolar se acaba. Então, vemos que temos que assumir responsabilidades, que nossos objetivos não são mais passar de ano. De agora em diante, teremos um mercado de trabalho pela frente, o qual não é nada generoso quando, para ele, não estamos preparados.
O primeiro grande desafio de nossas vidas acontece ao encararmos o vestibular. Nesse momento, temos que escolher uma profissão. Para muitas pessoas, é a coisa mais fácil do mundo; no entanto, para outras, isso é bastante complicado.
Muitas dessas pessoas, que não sabem o que fazer de seu futuro, não descobriram ainda uma carreira com que se identificassem ou, pelo menos, qual é o seu dom ou inclinação. Afinal, todos temos um dom. O pior de tudo é que, nem sempre, o descobrimos no momento em que mais precisamos: o do vestibular.

Caio Denecke - 1101

57. PASSADO, PRESENTE E FUTURO

Sempre, todo dia, toda hora, todo minuto, todo segundo, temos que escolher como iremos viver. Nossas escolhas interferem no nosso futuro, sendo que o passado nada mais é do que a consequência do futuro. Escolhemos seguir caminhos que nos levarão ao certo e ao errado. Mas o que é certo? E o que é errado? O que é certo pra mim, pode ser o errado pra outra pessoa, e o que é certo pra outra pessoa, pode ser o errado pra mim.
Eu acredito que quem traça nossos caminhos somos nós mesmos. Em nossas vidas temos milhares de oportunidades, e, na maioria das vezes, as desperdiçamos, por pura acomodação. Por isso nunca podemos nos contentar com o que temos. Sempre temos que querer mais, porque senão o que seria do mundo? Se o homem tivesse sempre se contentado com tudo, a gente ainda estaria vivendo na Era das Cavernas.
Acho que nós fazemos caminhos de vida errados. Talvez o grande problema seja que nós sempre vivemos em função do futuro. Vivemos sempre com base nisso, mas o único futuro certo que nós espera é a morte, e esse é o único caminho que não podemos escolher. Não sabemos quando iremos morrer, por isso acho que deveríamos viver todos os dias intensamente, porque nós infelizmente não sabemos qual será o dia de amanhã. Por exemplo, se eu morresse hoje, eu ia me arrepender de tudo que eu poderia ter feito no tempo em que fiquei programando coisas pro futuro. Infelizmente, vivemos numa sociedade que nos ‘ obriga ‘ a sobreviver, e não a viver.

Clara Coelho - 1102

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

56. CRESCER

Felipe era meu vizinho, e também meu melhor amigo. Ele era aquele tipo de pessoa que não se conforma com o mundo, nem com a pobreza, e estava sempre reclamando da hipocrisia das pessoas. Por um lado isso era legal, não me deixava cair no conformismo; mas por outro, às vezes, aquele papo filosófico e as crises existenciais cansavam. Não sei dizer se ele era feliz. Ele via beleza nas coisas mais simples da vida, mas acho que não conseguia aproveitá-las, estava sempre indignado com alguma coisa.

Um dia ele estava me falando sobre fugir daquela vida, não aguentava mais a manipulação, a fofoca, aquela falsa felicidade. Eu dizia para ele que não era tão complicado assim, que a felicidade era bem mais simples do que ele imaginava, que ela estava espalhada a nossa volta. Bastava não pensar nos problemas a toda hora!

— Eu não sei, a liberdade por si só, é tentadora demais. Se você se encontra numa rotina, você se encontra preso, sendo julgado e controlado a todo o momento. Ir embora pode lhe parecer dramático demais, mas é melhor do que me acomodar.

Eu parei um pouco, e respondi que aquilo tudo era besteira, que ele era feliz, que devia aproveitar um pouco a vida, sabe? Nem todos os problemas do mundo eram culpa dele, então porque ele insistia nessa ideia?

— Não, eu não acho que todos os problemas sejam minha culpa, só não sei como você dorme tranqüila, enquanto o mundo vive esse genocídio. Esse holocausto informal.
Era óbvio que ele tinha a razão, mas mesmo assim cochichei: “O mundo não é tão ruim assim”. Ele não respondeu, e ficou ali olhando para o tênis velho que usava.
Semanas depois, percebi que ele tinha esquecido toda aquela história de fugir, e que estava bem de novo.

Tempos depois, eu o observava enquanto comíamos. Vi que ele mudara. Não tinha mais aquele brilho nos olhos, aquela indignação. Ele cresceu, se conformou. E juntamente com a indignação, foi-se embora o desejo de fugir, de revolucionar. Ele mudou assim como todos mudamos. Afinal, já quisemos e acreditamos que iríamos mudar o mundo. O que acontece então? Absolutamente nada. Apenas crescemos.


Aline Assumpção - 1102

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

55. NAZISMO: UM DOS MOMENTOS MAIS TENEBROSOS DA HISTÓRIA

Toda guerra gera mortos, mas a II Guerra Mundial bateu recordes: foram seis milhões de judeus que perderam a vida. Seus nomes e histórias foram apagados para sempre. Porém, o mais assustador é que o destino dos sobreviventes era muitas vezes pior do que o dos que pereciam.

Certo dia, lendo uma revista, me deparei com depoimentos de judeus que sobreviveram ao nazismo. Entre eles, o depoimento de uma senhora me chamou a atenção: enquanto estavam presas no campo de Auschwitz, as mulheres eram obrigadas a sair do barracão no meio da noite. Uma dessas noites, com fome, frio, humilhação e maus tratos, ela agradeceu a Deus por sua mãe estar morta."

Lembrar dessa época tão triste é a melhor maneira de evitar que algo parecido aconteça de novo. E a ameaça é presente, pois ainda existem grupos ao redor do mundo que apóiam os ideais nazistas. Por isso mesmo, quanto mais pessoas souberem o que foi o nazismo, menor será a chance de ele eclodir novamente.

Thais Gomes - 1101

54. O QUE VOCÊ ESTÁ SENTINDO?

Semana passada, um amigo meu foi reprovado num exame muito importante para a vida dele. Dificilmente haveria outra chance. É claro que ele ficou triste, e todo mundo morreu de pena: a família, a namorada, o cara da padaria (ele sempre conversa com o cara da padaria). Até aí, tudo bem. O problema (problema?) é que, depois de dois dias, meu amigo já estava todo alegre de novo. Refez seus planos e voltou a sorrir. Em vez de ficarem felizes com a superação, as pessoas estranharam. Todos que se aproximavam com aquela cara de "ai, tadinho, eu soube!" sentiam-se decepcionados com a reação dele. Tinha acontecido uma coisa ruim, certo? Então ele precisava estar mal, não?

Quando alguém vem desabafar, eu, que não sou psicólogo, costumo usar a técnica do "já aconteceu comigo". Por isso, comentei com ele uma experiência parecida. Uma vez, consegui algo que queria muito, e aí me diziam frases como: "Uau, você deve estar transbordando de felicidade". E eu não estava, sabe.. Quer dizer, fiquei contente, mas também cheio de dúvidas. O ponto é que, assim como meu amigo, não correspondi ao que os outros esperavam que eu manifestasse. E como nós dois somos confusos e volúveis, começamos a nos questionar se deveríamos estar do jeito que o pessoal queria: desesperado, no caso dele; e saltitante, no meu.

Não precisamos de mais de dois cafés para chegarmos à conclusão de que o negócio era não dar bola para o que "deveríamos" sentir. Os motivos são vários; mas, como tenho só um post, vou falar dois. O primeiro é que não é justo nos culparmos pelo que sentimos ou deixamos de sentir. Não é tipo um botãozinho. Sentimos e pronto. A partir daí, tentamos lidar com nosso interior complexo. A segunda razão tem a ver com esta complexidade: quando as pessoas vêem a nossa vida, elas estão vendo pelo lado de fora; só nós mesmos vemos o lado de dentro. E esse olhar exterior tende a captar as coisas mais superficiais do que elas são para a gente. Dentro de nós, algo pode ser maravilhoso, assustador, amargo, doce. Para os de fora, fica mais fácil classificar apenas como bom ou ruim. Dá para culpá-las? Não. As vivências serão sempre mais complexas para quem as vive. Para os outros que estão lá, ocupados com as coisas deles, começar um namoro é ótimo; já, terminar é péssimo, e assim por diante.

Assim, quando todo mundo acha que você deveria estar ansioso, mas você se mostra tranquilo... você vai ter que aguentar a cobrança. Fazer o quê? Tentar ajustar o botão desse sentimento ou se "desneurar"?

Eu voto na segunda opção. É mais prático respeitar os próprios sentimentos e
bancar o que passa dentro da gente. E digo mais: nem vale a pena se estressar. Melhor dar um sorriso para seu primo (aquele que acha que você tem todos os motivos do mundo para surtar, e você está ótimo. Oba!), e convidá-lo para ir tomar um capuccino. Mas sem jogar sua satisfação na cara dele, é obvio.

André Vuaden - 1101

53. RELAÇÃO DO AMOR

O amor está presente em todas as relações humanas.
Apesar de hoje em dia ser confundido com outros sentimentos, no passado ele era o único que regia certos poderes sobre as pessoas, causando certa preocupação a filhas de muitas famílias da época.

Tal preocupação dava-se pelas famílias forçarem um casamento totalmente arranjado. Elas importavam-se apenas com os dotes e a herança que a filha herdaria por tal casamento, desconhecendo se havia sentimento entre o casal, que muitas vezes nem se conhecia.

Nos dias de hoje, raros são os casamentos arranjados. As filhas têm o poder de decisão sobre o casamento e os pais não as obrigam mais. A liberdade de escolha hoje é bem mais forte, além de muitas mulheres terem se tornado parte ou totalmente independentes.

Apesar das mulheres estarem deixando o casamento para o segundo plano, preferindo a vida profissional à vida familiar, muitas têm o sonho do casamento com os homens que verdadeiramente amam, deixando bem para trás aquele casamento forçado.

Embora haja um grande contraste entre as épocas, o amor nunca deixou de ser o mesmo. Avassalador para muitos, o amor é o maior e melhor de todos os sentimentos.

Renan Sias - 1102

52. A HORA DA ESCOLHA

Todos, um dia, têm que escolher o que irão fazer na faculdade. Estamos expostos a milhares de opções: Direito, Medicina, Farmácia, Engenharia, Jornalismo e por aí vai. Mas porque é tão difícil fazer essa escolha?
Existem pais que querem decidir o futuro do filho, não o deixando livre para pensar. Se o filho escolhe uma profissão que não resulte em muito dinheiro, que não tenha tantas opções no mercado de trabalho e vão consultar seus pais, o que ouvem é isso: “Você não fará esse curso! Quer passar fome?”
Então, quando mais precisamos de uma pessoa que nos apóie para sermos felizes e seguirmos o que realmente amamos, o que recebemos é um balde de água fria.
Por outro lado, também tem aqueles que visam a nossa felicidade: “É isso que você quer meu filho? Então seja feliz, vá fazer aquilo que gosta!”
Isso é o que queremos ouvir, queremos poder dizer o que sentimos, sabendo que tem alguém nos apoiando, junto a nós. E nos momentos em que precisarmos de ajuda, estarão lá para nos amparar.
Escolher o que irá nos determinar como adultos é algo extremamente difícil, mas é uma etapa da vida de todos, e ninguém está imune a ela. Devemos seguir o nosso coração e escolher aquilo que realmente gostamos, pois se escolhemos algo por dinheiro, o profissional formado não trabalhará com amor. Terá uma rotina que para ele é insuportável e não viverá feliz. Será ruim tanto para ele quanto para as pessoas que vivem ao seu redor. Portanto, não tenhamos medo daquilo que queremos, se trabalhamos em algo que gostamos, seremos os melhores naquilo e alcançaremos o tão esperado sucesso.

Joana Feital - 1201

51. RIVALIDADE BRASIL ARGENTINA

Durante vários e vários anos, uma rivalidade muitas vezes tranquila, e outras nem tanto, já virou tradição. Brasil e Argentina, países próximos, que principalmente no futebol não admitem a derrota.

Muitas vezes, quando algum brasileiro viaja para a Argentina ou um argentino vem ao Brasil, sempre são bem recebidos e aquela velha rivalidade é sempre motivo de conversa. Porém, algumas vezes, brasileiros e argentinos passam dos limites, e essa rivalidade acaba trazendo um clima de guerra por causa de um jogo de futebol, ou de opiniões diferentes.

Essa rivalidade, tradicionalmente conhecida em todo o mundo, deve ser tratada como uma brincadeira, uma forma legal e simpática de dividir opiniões. Todos nós temos defeitos e qualidades, e sempre devemos respeitá-los independentemente de nacionalidade e opiniões

Leonardo Machado - 1101

50. PÁTRIA PRIMATA

Nenhuma idéia assim será em vão,
nenhum pensamento,
o desejo de falar tudo que está escondido,
tudo aquilo que foi escrito

Cansei dessa censura
que veda a minha boca tirando o respirar,
cansei dessa ternura
que me diz o que fazer e como andar

Não caiu a ficha do relógio,
a democracia nunca existiu,
não saiu do meu peito o ódio
daqueles que morreram por mim

E as coisas simplesmente não mudam,
são fatos históricos pelo ar,
passageiros como a moda,
numa viagem de ir e voltar

Cansei de ser estrangeiro,
Mas na minha carteira está escrito que sou brasileira,
pobre da minha pátria,
inocente, primata.

Natália Freire - 1101

49. AS MULHERES DE HOJE

Há algumas décadas, os pais escolhiam os marido das filhas. Hoje, muitas mulheres procuram suas almas gêmeas com um clic na internet. Nos dois casos, a mulher não conhece o homem com quem vai conviver futuramente. Mas antes, era o costume. Hoje, é uma opção.
A mulher se relaciona com uma pessoa na sala de bate papo, mas muitas vezes nem a vê. Na minoria dos casos, os dois se falam por meses, se encontram e vivem felizes para sempre. Mas infelizmente, na maioria dos casos, do outro lado da tela do computador, existe uma pessoa mentindo sobre seu nome, idade e até sexo. Muitos frequentam essas salas apenas para se divertir, e por isso, nem sempre o final é feliz.
Kellyn Mo - 1102

48. HISTÓRIA DE UM AMOR

Eramos apenas amigos,
Repousava sobre teus seios sem temor
Em confidência junto a ti eu era outro
Mas me apaixonei por tua inocência

Entreguei em tuas mãos meu coração
Tornei-me mártir de meus próprios sentimentos
Não pude mais chamar nosso momentos de eternos
Não tive forças para julgar minhas ilusões

No meu momento de mais força
Tu encontraste minha fragilidade
Dessa vez pensei que seria eterno
Mas cansei da distância que preservavas

Procurei no vazio do teus olhos
O que eu não encontrava mais nos meus
O ódio e o desgosto, não enchem meu coração
Apenas me resta, a lembrança de um amor passado

Bruno Norbert de Hollanda - 1101

47. AMIZADE ENTRE HOMEM E MULHER

Muitas pessoas questionam a amizade entre homem e mulher, até dizem que ela é impossível na vida real. Mas, ao mesmo tempo, há quem defenda que esse é o melhor tipo de amizade.

Há quem diga que o homem pode ser mais amigo de uma mulher do que outra mulher, pois mulheres são competitivas, uma quer ser melhor que a outra.

Isso realmente acontece muito, mas nesse caso não se pode nomear essa relação como uma amizade. Homens, na maioria das vezes, são bons amigos. A amizade deles envolve mais realismo, eles falam o que pensam e, na maioria das vezes, as mulheres deixam de ser realistas, não por falsidade, mas para mascarar certas verdades que podem nos machucar. Em compensação, quando se está triste, o melhor ombro que se pode ter é o de uma amiga, ela dará a atenção de que se precisa sem ser indelicada, enquanto homens provavelmente irão julgar e classificar a situação como drama.

Outro ponto que esse tema envolve é a questão do interesse. Se ouve muito por aí que não existe amizade homem x mulher sem nenhum interesse, mas isso é muito relativo. Existe amizade entre homem e mulher sim, amizades sinceras e duradouras, mas também existem as "amizades" que se criam somente por interesse. E também não vou deixar de citar que uma grande amizade pode vir a se tornar um grande amor, assim como um grande amor pode vir a se tornar uma grande amizade.


CAROLINA VAZ - TURMA 1102