terça-feira, 28 de julho de 2009

36. UM RECADO DA PROFESSORA MARIA MASELLO LETA

E-mail II

Maria,
Fiquei bastante emocionada com suas palavras e acho que elas não são apenas para mim. Por isso, gostaria que você me autorizasse a publicá-las no blog, já que é difícil (praticamente impossível) deixar um comentário em cada postagem. Os meninos precisam saber que o blog que eles estão construindo com tanto empenho, realmente, nos faz refletir e admirar tudo o que dizem. Acho que a sua palavra de força e incentivo será mais um indicativo de que estamos no caminho certo.
Aguardo sua resposta.
Um grande abraço de outra consumidora e fã de Bakhtin,
Catarina Schumann


E-mail III
Claro que autorizo. Fico feliz de poder compartilhar tão importante espaço.
Beijos

Maria Masello Leta



E-mail I
Oi, Catarina
Na tranqüilidade do recesso pude acessar e fruir o Blog do Jubileu.
Que bela constatação! Quanta maturidade na escrita, nos temas abordados, nos comentários feitos... Nem parece que escrever “é duro como quebrar rochas”. Estou orgulhosa!
Seria injusta se fizesse um comentário sobre um ou outro texto, pois todos me fizeram refletir.
Gostei, sobretudo, da discussão sobre intertextualidade. Lembro, aqui, do grande pensador Mikhail Bakhtin, que defendia a não existência da originalidade e nesse sentido, por que assinamos os nossos textos? Outro tema que “dá panos prá manga”: o sentido de autoria. Alguém se habilita?
Parabéns a todos, alunos e professora, comprometidos com a palavra. Indubitavelmente, um grande presente para a nossa querida Escola em seu Jubileu.

Maria Masello Leta
Diretora Pedagógica

terça-feira, 14 de julho de 2009

35. AQUILO QUE NÃO CONSIGO ESQUECER

"Oi professora!
Eu sei que não é minha vez de escrever no blog nem nada; mas, mesmo assim, queria lhe enviar esse novo texto que fiz e gostaria que você o avaliasse."


Eu estava andando na rua quando a vi. Fiquei apaixonado à primeira vista.
Sua beleza me seduziu. Sentia-me um desenho animado. Fiquei com medo de parecer apaixonado, pensando estar com dois corações nos olhos, ambos batendo.
Resolvi tentar algo. Nem nos conhecíamos direito, mas conhecia uma de suas amigas de outros carnavais e lhe pedi ajuda. Nosso conhecimento não era muito grande. Sabíamos que tínhamos algumas coisas em comum, mas quando contei para sua amiga os meus sentimentos... Surpresa!... Ela contou para você e o mesmo sentimento bateu em você.
Ficamos uma, duas, três, quarenta vezes antes de namorarmos. Mesmo assim foi tudo muito rápido, no espaço de duas semanas entre a primeira vez e o pedido. Queria que fosse especial, mas o lugar onde estávamos no momento não era propício, mesmo assim me arrisquei com uma frase singela: “Quer namorar comigo?”.
Pareceu a cena de um filme adolescente, onde nem os protagonistas sabem o que realmente é namorar. Sua resposta positiva me fez sentir a melhor pessoa do mundo. Rapidamente quando cheguei a casa, queria gritar para Deus e para o mundo que estava namorando você. Esperava que fosse eterno já que parecia um sentimento infindável e inabalável. Tivemos inúmeras discussões até que, um mês depois... terminamos.
No momento, não nego que me senti aliviado, entretanto comecei a me sentir mal depois e queria voltar com você. Tentei de tudo, mas não consegui quebrar a enorme barreira de ódio por mim que rodeava seu coração. Desde aquela última discussão, nunca mais a esqueci. Não apaguei as lindas recordações que tínhamos. Agora, meses depois do término, quero voltar com você. Só espero que você queira voltar para mim, mesmo que isso demore milhares de anos.

Rodrigo Gonzalez - 1102

34. A DROGA DA EXISTÊNCIA

Alguma vez, algum de vocês já se perguntou o que nós estamos fazendo aqui? Digo, para que nós vivemos? Por que tudo isso existe?
Nós passamos nove meses formando nosso corpo, nascemos e dependemos de nossos pais para sobreviver até mais ou menos uns seis anos de idade. É nessa época que já sabemos ir ao banheiro sozinhos, comer sozinhos, e estamos aprendendo a ler e a escrever.
Passamos quatorze anos na escola para decidirmos “o que vamos querer ser quando crescermos?”. Depois disso, vamos para a faculdade, estudamos por mais uns cinco anos e começamos a trabalhar. Formamos uma família, ganhamos dinheiro, envelhecemos... E morremos.
Às vezes me sinto meio estranha, questionando isso; mas é que simplesmente não faz sentido, não faz nenhum sentido viver.
Não faz sentido ter todo esse esforço em vão.
Para vocês isso não parece idiota?


Juliana Rangel - 1102

33. A DENGUE NO BRASIL

Os casos de dengue vêm se alastrando pelo Brasil. Estados como Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e alguns outros vêm aumentando o número de casos registrados de dengue, o que está preocupando a todos. Na Bahia, já foram criados postos de saúde para as pessoas se consultarem, mas a maioria das pessoas ainda está desinformada. Os casos aumentaram durante a mudança de estações verão e outono.
O surto da dengue acontece graças aos descuidos de muitos moradores em relação ao acúmulo de água em pneus, garrafas com a abertura voltada para cima ou em terrenos abandonados, por exemplo.
Com todas essas facilidades, o mosquito Aedes aegypti se reproduz em condições favoráveis, sem encontrar dificuldades, fazendo assim com que a doença se prolifere mais rápido e em mais lugares.
Atualmente, as autoridades estão fazendo campanhas para poder alertar a população do risco que é a dengue e também para conscientizar as pessoas a tomarem medidas para preveni-la, porque senão, a doença vai se alastrar, aumentando os casos. O governo terá de tomar medidas urgentes para erradicar a doença para que o número de casos diminua ou até mesmo acabe.

Bruna Galvão -

quarta-feira, 8 de julho de 2009

32. A APATIA

Às vezes, a gente se pega pensando em como o mundo está. Nas guerras, na miséria, nos conflitos religiosos, na corrupção. A gente começa a imaginar se existe uma razão por trás disso ou, então, por que ninguém nunca fez nada para acabar com esses absurdos.

Quem nunca parou para refletir sobre os problemas que afligem todo o planeta?

Essas coisas que parecem tão comuns e, ao mesmo tempo, tão ridículas nos irritam e nos fazem desejar uma maneira de recolocar tudo nos eixos. O desenvolvimento de uma economia ou a tentativa de manter a segurança de um país rico não são desculpas suficientes para a pobreza e para a morte de inocentes.

Quem nunca quis mudar o mundo?

Estes dois milênios estão repletos de lutas e de antigos preconceitos, que variam entre a classe social e a cultura de cada povo. O passado destaca inúmeras formas de segregação, assim como muitas vitórias daqueles que buscavam a liberdade e que não descansaram até que a obtiveram. Os exemplos de resistência e de tentativa de uma sociedade igualitária estão espalhados na história.

Deixaremos que tenha sido em vão?

Em nossas escolas, discutimos sobre o período de ditadura, sobre o nazismo e sobre o antigo sistema escravista, dando nossas opiniões e nos exaltando como se vivêssemos naquelas diferentes e passadas épocas. Brigamos porque acreditamos naquele ideal e sentimos a dor dos que tiveram que passar pelo auge destes movimentos.

Só nos esquecemos de que o ponto final no livro de história não significa que aquilo acabou.

Ainda hoje, famílias sofrem com as conseqüências da ditadura; são pessoas desaparecidas e fatos acobertados que nunca poderão ser trazidos à tona, além da dívida externa brasileira que mantém a influência de outros países sobre a nossa economia. O fascismo e o xenofobismo renascem, mudando de endereço e assumindo novas características, sem perder sua base. A escravidão continua, disfarçada pelos baixos salários, mas explícita na exclusão social e no racismo.
Além do que já foi apresentado anteriormente, surge a preocupação com a corrupção no Brasil, com as crises econômicas que ameaçam alcançar o país a qualquer momento e com as dificuldades sociais: o desemprego, o péssimo sistema de saúde e a precária educação oferecida aos brasileiros.

A crise é no exterior, é aqui dentro, é em todo lugar.

E, apesar de tudo, a população mundial se mantém imóvel; temos consciência do que ocorre e nada fazemos. Como já foi discutido em uma aula de filosofia do segundo ano, terá que acontecer algo de proporção terrível para finalmente livrar-nos desta apatia. E, então, quem sabe, poderemos mudar o mundo.

Nós sabemos gritar, sabemos apontar, só falta aprender a fazer alguma coisa.

Larissa Mota - 1202

terça-feira, 7 de julho de 2009

31. CACHORRINHO

Meu irmão , desde que era pequeno, é louco para ter um cachorro. Minha mãe, desde que meu irmão era pequeno, é louca para tirar essa idéia da cabeça dele.
O fato é que, na semana passada , um casal de amigos com uma filhinha, ofereceu para a gente um filhotinho lindo de Pastor Canadense.
O cãozinho é uma gracinha. De pêlos brancos e olhos azuis, o cachorrinho é super lindo e brincalhão.Já cativou todo mundo da casa, menos a minha mãe, que insiste em querer o bicho longe de casa.
Já o trocaram por um passarinho, por um hamister e até por um peixinho . Mas o menino insiste na idéia fixa do cãozinho. Aposto que , até o final de semana que vem, o bichinho já estará em cima da cama da minha mãe e ela estrá adorando.


Renata - 1102

30.OBAMA: O HOMEM DA MUDANÇA

No início do ano,ocorreu um grande acontecimento: a posse do presidente do Estados Unidos,no dia 20 de janeiro. Com uma expressiva vitória ao longo dos meses do ano passado, em ritmo contínuo de campanha, Barack Obama se elegeu presidente da maior potência mundial.
O primeiro presidente negro da história dos Yankees. Para alguns, não é nada significativo. Porém, se formos analisar historicamente, o fato se mostra algo importante e marcante, não apenas para os estadunidenses, mas para o mundo inteiro. A sociedade sempre foi muito cruel e massacrante com os negros. Principalmente nos EUA,devido a este ser um país muito preconceituoso,com inúmeros incidentes com os negros: mortes, perseguição e violências. Um exemplo,foi a organização racista,Klu Klux Klan, há décadas passadas.
Esse acontecimento não é apenas um marco político, mas também cultural. Mostra que a nossa sociedade está mudando. Apesar de ser devagar e pequena, a mudança vem se aproximando, aos poucos, mas vem chegando. Nasce,uma esperança, de que essa estrutura social racista se definhe.O preconceito,algo tão antigo e, ao mesmo tempo, muito presente,pode estar se diluindo em meio à globalização.
Como dizia,Lutherking:''Eu tenho um sonho''. O sonho de que todos sejam tratados como iguais, independentemente de credo, etnia ou cor de pele. Pode ser algo difícil de acontecer, mas não é impossível. Com respeito e amor ao próximo o sonho será realizado e será realidade. Temos que acreditar na mudança da ideologia social, pois afinal, “SIM, NÓS PODEMOS!”

Cintia Paredes- 1201

29. A IMPORTÂNCIA DO DINHEIRO

A importância do dinheiro



Vivemos em uma sociedade capitalista que visa em todas as situações o lucro, a procura quase doentia por capital. Sua maior preocupação é ter o carro do ano, o celular com mais funções, a roupa que está na moda, uma casa luxuosa... A partir dessa visão de mundo o individualismo vem sempre em primeiro lugar e pouco importa quem está doente nas filas dos hospitais ou morrendo de fome. È mais proveitoso gastar 80 bilhões de dólares com armamentos do que tentar minimizar a desigualdade. È mais jogo permanecer na mesmice e não pensar no próximo.

O que muitas vezes é esquecido é que o dinheiro compra todas as necessidades materiais de qualquer pessoa, no entanto, o que é essencial para a vida (paz, tranqüilidade, segurança, amor, amizade, carinho), dinheiro nenhum compra. É hora de começarmos a repensar nossos valores e refletir sobre a real importância do dinheiro em nossas vidas.





‘Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos’

(Antoine de Saint-Exupéry)



Vitória Moraes, 1101

28. A DIFICULDADE DE ESCREVER

A dificuldade de escrever
Dia 30 de junho, de manhã, numa quarta-feira, na sala de aula, recebi da professora Catarina a tarefa de escrever uma redação. Uma tarefa que para muitos parece simples, mas que para mim é bem difícil. Primeiramente porque não tenho o costume de escrever e segundo porque não tenho a menor idéia sobre o que escrever.
Normalmente as pessoas preferem quando a professora não determina um tema, mas para mim é diferente, principalmente porque esse teste irá para um blog! Onde todos terão acesso e poderão ler.
Começa aí a busca por um tema, um assunto, que seja interessante para meu texto. Depois de algum tempo sem vir nada à cabeça pensei em entregar uma redação que fiz para a professora de literatura, e apesar dessa parecer uma ótima idéia, ela me fazia sentir derrotado pela falta de leitura e de criatividade.
Dois dias se passaram e então constatei que precisava de ajuda, falei com uns amigos, mas nenhum deles tem o hábito de escrever. Começava a me desesperar, usar o texto de literatura cada vez mais parecia ser a melhor coisa que poderia fazer. Até que, numa conversa com uma amiga, surgiu o assunto. Não a conheço muito bem, mas sabia que era inteligente, sabia também que ela tinha um blog e provavelmente gostava de escrever. Estava certo, ela me deu a sugestão de escrever algum pensamento meu. Até que era uma boa idéia, mas ainda não era a ideal. Depois pensei em escrever sobre a música, pois toco piano e escuto muita música, parecia ser um tema interessante. Mas, quando comecei a escrever, o tema não fluía, não achava o texto bom.
No fim acabei escrevendo mesmo sobre a dificuldade de escrever. Parece algo bobo, sem muito sentido, mas é que quando se escreve mostra-se um pouco sobre como você é, sobre o que pensa. E sempre vem aquele medo: o que as pessoas irão pensar? Irão achar o texto muito infantil, ou muito pobre? Sem graça?
Sinceramente, depois dessa semana percebi que não devemos nos preocupar com isso, escreve o que quiser, sobre o que gostas, algo que te faça feliz, e farás um ótimo texto.


Pedro Humberto - 1102

27. A DIREITA DO MAL

A Direita da Mal



Ouvimos cada vez mais frequentemente notícias sobre ataques de grupos de extrema direita, conhecidos como neonazistas. Formados por pessoas intolerantes, esses grupos se formaram especialmente após a Segunda Guerra e o nome já esclarece a doutrina que os inspira: o nazismo. Os alvos desses grupos sempre foram principalmente negros, judeus e homossexuais. Hoje, esse leque se expande e, principalmente nos países desenvolvidos, inclui estrangeiros, em especial aqueles de origem latina ou africana.

O mais chocante é que a atuação desses grupos ocorre em países como o Brasil, um país altamente miscigenado. Em, nosso país, já se ouviu falar de ataques contra índios, nordestinos, homossexuais e moradores de rua.

O neonazismo está mais perto do que podemos imaginar e, apesar de pesquisas científicas já terem provado que não existem diferentes raças entre os seres humanos, o discurso desses grupos não é muito diferente daquele que Hitler usava para convencer o povo de que a “limpeza étnica” era a solução.

Afinal, o bode expiatório para os problemas da Alemanha no tempo de Hitler eram os judeus e hoje são os estrangeiros que supostamente vão para os países desenvolvidos ”roubar empregos”. Assim, prova-se que os tempos mudam, mas os discursos não. É mais fácil para um governo colocar a culpa naqueles que já sofrem preconceito do que tentar resolver o problema de fato. No Brasil, os nordestinos são aqueles que recebem a culpa por migrarem para outras regiões, como o sudeste, em busca de melhores condições de vida. Então esses grupos costumam alegar que eles contribuem para o desemprego, esquecendo-se, no entanto, que eles só saem de sua terra porque o governo não dá a eles boas oportunidades lá.

Esses grupos estão crescendo e resta saber se vamos deixar que se tornem uma ameaça ou não. Hitler só promoveu o massacre contra os judeus porque teve apoio para isso. Sem uma grande parte da população o apoiando, ele não teria conseguido. Então, vamos concordar com a ação desses grupos e construir um futuro de pessoas intolerantes, repetindo um erro visível na história? Ou vamos intimidar a atuação deles, de forma que suas ações se tornem tão insignificantes até acabarem? Só cabe a nós decidir que futuro queremos para nós mesmos.



Clarissa Biscainho - 1201

26. A VIDA

Tudo começa assim... sua mãe descobre que está grávida, sua família comemora, sua mãe engorda e você nasce. Você fala a primeira palavra, nasce o primeiro dentinho, tudo é engraçadinho, você cresce, vai para escola faz amigos e namora. Estuda e escolhe sua profissão. Às vezes, erra; larga tudo e recomeça; se forma e seus pais se orgulham. Quando você vê, a vida passou. Você encontrou a pessoa dos seus sonhos, casou e agora está para chegar a pessoa que você vai amar para sempre!
Nem sempre o roteiro de nossas vidas é como esse... você nasce, as suas graças não têm graça; sua mãe não pode escutar sua primeira fala, porque ela não está com você, e seu pai você nunca conheceu. Você cresce; não estuda, porque cuida dos seus irmãos, enquanto sua mãe trabalha; e, de noite, você trabalha nas ruas em busca de seu sustento. Profissão: essa escolha você não errou, simplesmente porque você não teve escolha ! A vida não lhe deu motivos para sorrir, e, mesmo assim, você não desiste. Aos 16 anos, “acha” o homem da sua vida engravida e fica sozinha. Seu filho nasce, e quando você acha que tem algum motivo para sorrir, ele chora. Chora de fome.
Então, você se arrepende de tudo o que fez; mas agora já é tarde. Sua vida... Ah! sua vida! E é aí, que você descobre que ela não é um grande conto de fadas.


Danielly Valente - 1101

25. O BRASIL E SEUS PROBLEMAS

O Brasil é um país admirado por pessoas de todo o mundo. Suas riquezas e belezas são mostradas em filmes, livros e músicas. Porém, atualmente, não ouvimos apenas elogios sobre o nosso país. A mídia de todo o mundo mostra as diversas dificuldades que travam nosso crescimento. Os problemas que os brasileiros enfrentam parecem sem solução, mas com empenho, nós podemos ajudar na melhoria do nosso país.
Um dos problemas mais preocupantes é a violência. A falta de segurança está em todos os lugares, fazendo com que os bandidos avancem e a população recue. Mas esse não é o único problema enfrentado no Brasil. Nas ruas, vemos crianças pedindo esmola, abandonadas, sem um mínimo de condição de vida. Também vemos jovens sem nenhuma perspectiva de vida, isso mostra como boa parte da população vive. O desmatamento e a poluição são problemas com que muitas pessoas não se importam, mas elas se esquecem de que dependemos da natureza. É normal ver uma pessoa jogando lixo na rua, gastando papel sem necessidade ou desperdiçando água. Se mudássemos essas atitudes, já poderíamos melhorar muito o nosso país. Outros problemas presentes no Brasil são com relação à educação e à saúde. O atendimento médico nos hospitais públicos, na maioria das vezes, é precário; e o acesso à educação não é fácil. Infelizmente os governantes não tentam mudar essa situação.
A população e o governo precisam caminhar juntos para mudar essa situação. Existem soluções a longo prazo, com por exemplo, melhoria na educação e na saúde. Deveria haver a implantação e manutenção de programas sociais, maiores oportunidades de emprego, principalmente para as comunidades mais pobres. Outras medidas também poderiam ser adotadas, como o oferecimento de uma melhor qualidade de vida para os brasileiros, saneamento básico, integração da polícia com a comunidade e urbanização das favelas. Na educação, entre outras coisas, deveria acontecer uma melhoria na qualidade de ensino. Na saúde, um atendimento público que realmente atenda à população se faz urgente. O meio ambiente também não pode ser esquecido, é necessário uma recuperação ambiental dos mares, rios e mananciais e também devemos preservar as florestas.
Com essas medidas, o Brasil pode melhorar. Os brasileiros terão ainda mais orgulho do país. E a imagem que o mundo terá de nós será a melhor possível.


Mariana Taufie - 1201

24. A RELATIVA IMPERFEITA PERFEIÇÃO

Tudo o que vemos, sem possuir conhecimento, parece ser perfeito. Mas, a partir do momento em que passamos a ter um conhecimento mais aprofundado, vemos que não é tão perfeito assim. Até porque, somos constantemente manipulados. Consequentemente, o processo para aquisição de conhecimentos é mais lento. Cada pessoa tem seus próprios problemas, defeitos e imperfeições; em diferentes níveis de preocupação, depressão ou estresse —que, em excesso, pode ter diversas consequências, inclusive a morte. O ser humano é ambicioso e quer sempre “mais”, por mais que o excesso tenha más conseqüências.
Às vezes, temos a sensação de que o ruim é perfeito (bem tramado) e o bom é imperfeito; muitas vezes, desejamos que o bom seja perfeito, sem sequer pensarmos que o perfeito também pode ser ruim. Da mesma forma, o imperfeito pode ser perfeito, e, talvez, vice-versa. Assim como o nunca existe e o sempre, muito provavelmente, não exista. A relatividade, então, está presente em tudo. Por quanto tempo, se o tempo é relativo também? Tudo está interligado, e existem milhões de perguntas sem resposta, como esta. Mas não há causa, sem conseqüência; nem conseqüência, sem causa.
Nós, ao observarmos uma estrela, pensamos que ela é perfeita. Mas será que é perfeita mesmo? Por que ela não poderia ser uma estrela torta? Ela não deixaria de ser linda, mesmo sendo torta. Então porque não vemos beleza em nossas imperfeições!?
O jeito é adaptar-se a elas e aceitá-las; sejam boas ou não. A força de vontade das pessoas, aliada à auto-estima, faz com que, talvez um dia, o imperfeito seja perfeito. Temos que aceitar as pessoas, do jeito que são, ou seja, com imperfeições e seus “derivados”.
O amor à primeira vista e o amor platônico não são perfeitos. Na minha opinião, o amor à primeira vista é uma forma de amor platônico, pois nos dois a pessoa amada é aparentemente perfeita. Sua principal diferença é que o amor platônico é um amor apenas no plano das idéias, isto é, idealizado; e o amor à primeira vista, pode se tornar possível.
As perguntas do texto ficam para o leitor tirar suas próprias conclusões e me responderem. Se for possível, é claro.

Aléxia Spinula Simões de Almeida - 1102

23. DOS MALES, O PIOR!

Sofia andava preocupada. Guilherme, seu filho, andava triste e cabisbaixo: não comia, não falava direito, chegava todo dia do colégio e ia para o seu quarto sem abrir a boca, apenas deitava no sua cama e dormia. Seu marido dizia para ela não se preocupar, que isso era passageiro, que não demoraria para o menino fazer novas amizades, pois sua família acabara de mudar de cidade. O que ele sentia era a falta dos velhos amigos e da família que deixara em seu antigo lar. A mãe concordou, pensou que era realmente passageiro e que, com o passar do tempo, tudo passaria. Como diz o ditado : “ há feridas que só o tempo cura.”
Porém o tempo passou, e Guilherme estava cada vez pior. O menino que era cheio de vida e animado; que adorava esportes, principalmente, o futebol — não perdia um jogo do seu time —; que adorava sair, ir para a praia e namorar; que nunca tirou notas baixas no colégio começou a só querer ficar em casa. Não arranjou novos amigos, não quis mais ir ao colégio, não transmitia mais a sua alegria contagiante. Ele parou de ver a graça das coisas, já não ia mais a praia, esqueceu o futebol, largou o colégio e se sentia culpado ao ver a aflição dos pais. Achava que ele era um peso na vida deles, que eles seriam mais felizes se ele morresse, pensou em se matar.
Sofia já não sabia o que fazer, não agüentava mais ver seu filho deprimido. Chorava, lamentando, por não saber o que fazer até que, um certo dia, ela lendo uma revista, viu uma matéria sobre uma doença que crescia cada vez mais nos dias de hoje. Ali ela identificou o quadro de sintomas seu filho. Na mesma hora, pegou o catálogo, ligou para um médico especialista e marcou uma consulta . Mas era tarde demais. Guilherme havia morrido após tomar um coquetel de remédios, deixando apenas uma mensagem:

Pai, mãe, amo vocês. Me desculpem por tudo.
Assinado: Guilherme


A vida dos dois nunca mais foi a mesma.
O mal que matou Guilherme é uma das doenças com maior número de pacientes do século 21; chama-se DEPRESSÃO. Estima-se que 30% da população mundial cerca de 1,9 bilhões de pessoas sofram de depressão, o que é preocupante. Mas há um porém: depressão tem cura. Então, se você tem sintomas parecidos, ou conhece alguém assim, procure um psicólogo urgentemente .Não espere o tempo passar pois poderá ser tarde demais.

Ângelo Eduardo - 1102

22. Ó, MEU REI!

Ó, MEU REI!

Certo dia lendo um livro para a escola comecei a pensar em algo que, de certa maneira, me intrigou. Olhei rapidamente para minha estante e comecei a ler em voz alta os nomes dos meus autores favoritos:
-Ariano Suassuna, Graciliano Ramos, Jorge Amado... Poxa só nordestinos!
Fui ouvir música e, na lista dos mais tocados, olha que surpresa: entre os nomes dos cantores os que eu mais gostava eram Gal Costa, Gilberto Gil e Caetano Veloso, todos nordestinos.
Desliguei o rádio e fui ver televisão. No canal que estava sintonizado, passava um programa sobre o folclore e festas típicas brasileiras e, quase a toda hora, falavam sobre o nordeste.
Fui beber água na cozinha e lembrei que apesar de ter vindo há muito tempo para o Rio, Maria, minha antiga babá e agora empregada da casa, era nordestina. Era ela quem me contava muitas histórias, umas de folclore e outras sobre sua vida sofrida na terra natal.
Quando fui me deitar, comecei a tentar descobrir como, apesar de alguns viverem em dificuldades, e às vezes sem nem mesmo estudar, conseguem ser tão criativos e possuírem tanta pluralidade cultural. Até hoje não descobri o motivo, mas o sentimento que eu sinto quando penso nesse assunto é uma misto de orgulho com inveja.
Às vezes me pego desejando, principalmente quando a criatividade é uma exigência, ser um pouco nordestino.

Arnoldo Mansur Hobaica - 1201

21. COTAS NO BRASIL

COTAS NO BRASIL

As cotas raciais ou sociais são medidas do governo para diminuir as desigualdades sociais. A Abolição da Escravatura no Brasil, em 1888, não permitiu a integração do negro no mercado de trabalho da época.
No século 20, o governo brasileiro não produziu políticas públicas e sociais, que permitissem a integração da população negra no mercado de trabalho. O ensino universitário ou superior era um privilégio de poucos, resultando na formação de uma elite econômica branca. Os dados mostram que somos um país racista, mesmo que não seja explícito. Segundo o IBGE, negros com mesma formação educacional de brancos, recebem 37% menos. O Brasil é o segundo colocado em números de negros no mundo, e 77% de sua população são de negros e mestiços.
As cotas raciais seriam uma boa alternativa para o que fato de existir um menor número de negros nas universidades fosse ficando no passado.
Em contrapartida, existe a idéia de que as pessoas que entram através das cotas não estariam preparados para cursar o ensino superior. Tal idéia é bastante equivocada, pois o que se vê é justamente o contrário: alunos que ingressaram por meio de cotas têm tido um desempenho igual ou superior aos que entraram pelos vestibulares tradicionais.
Somos campeões mundiais em desigualdade social, vivemos em uma sociedade que não permite acesso aos bens fundamentais a todos. Cotas, sejam elas raciais ou sociais, são uma questão de justiça.

Evandro Araújo de Souza - 1201

quarta-feira, 1 de julho de 2009

20. O CAPITALISMO, A SOCIEDADE E A EDUCAÇÃO

O Capitalismo, a Sociedade e a Educação

A sociedade enfrentou diversas mudanças desde que surgiu. Claro que pode parecer difícil viver em conjunto devido aos diversos tipos de personalidade e de pensamentos. Porém os indivíduos nunca estiveram tão individualistas, hipócritas e desrespeitosos como atualmente.
Nos antigos tempos, havia desentendimentos e má índole por parte dos seres humanos; porém ainda ocorriam a reflexão e o entendimento entre as pessoas envolvidas no problema. Talvez isso acontecesse pelo fato das famílias ainda serem bastante unidas e que os responsáveis por determinadas atitudes fossem punidos, pois os mais velhos ainda colocavam em prática o real significado da palavra educar. Existiam meios mais severos e outros mais leves, que seriam escolhidos através da gravidade dos atos.
Pode-se afirmar, que juntamente com as transformações decorrentes das inúmeras modernizações sociais, políticas e econômicas, a função da palavra educar perdeu seu verdadeiro significado. Isto, porque está mais do que comprovado que as famílias tanto brasileiras quanto estrangeiras, em sua quase totalidade, não sabem como lidar com a tarefa da educação. Vários motivos podem ter causado tamanho problema. O mais simples e principal motivo é a falta de diálogo e de convivência familiar devido à interferência da mídia e da carreira profissional interferirem na comunicação entre pais e filhos.
Um outro motivo seja que, com o avanço capitalista, a sociedade passou a ser comandada pelos conceitos de consumismo e valorização de bens materiais que criaram um ideal de estrutura familiar que prioriza os pensamentos capitalistas. Constata-se, que atualmente, toda e qualquer população vive e permanece alienada ao longo de gerações, pois não conseguem romper os obstáculos que as impedem de enxergar a realidade. Isso permite que elas abdiquem dos recursos de reflexão e de opinião própria, o que impede que elas reconstruam seus conceitos.
Há uma relação de interligação entre a mídia e o capitalismo em que o primeiro manda no segundo que é seu principal sustentáculo. Com o avanço tecnológico, a mídia construiu o seu poder e garantiu seus limites de atuação, os quais possibilitam à mesma o total controle sobre cada indivíduo da sociedade que, indiretamente ou diretamente, acaba sendo influenciado pelas atitudes veiculadas por ela. A mídia foi criada com o intuito de impossibilitar a prática e a estimulação do pensamento, para que os seres humanos sejam manipulados de forma a se tornarem verdadeiros imbecis; só assim eles seriam consumistas e forneceriam verbas ao capitalismo. Uma outra função da mídia é tornar a sociedade hegemônica estabelecendo um único modelo de vida que seria seguido por toda a sociedade.
Então conclui-se que não são mais as famílias que comandam a educação de suas crianças, e sim as práticas capitalistas que controlam os ensinamentos educacionais através da mídia, a partir dos temas em que as “soluções” dos conflitos familiares da ficção acabem sendo as utilizadas pelas famílias para resolverem os problemas da vida real. É dessa forma que acabam surgindo indivíduos que não sabem mais o que é respeitar; que não possuem bom caráter; que colocam em primeiro lugar as suas idealizações à frente de tudo, sem pensar no coletivo e nas pessoas ao seu redor. Tais indivíduos, além de discriminarem os sentimentos humanos, só têm olhos para os valores materiais. Por conta da perda da educação, é que o mundo está do jeito que está; e nunca mudará se não houver uma reação efetiva por parte das jovens e futuras gerações.

Carolina Richau - 1101

19. BIOGRAFIA DO REI DO POP

Assim como pediu estou lhe mandando por aqui o meu texto para o blog do jubileu , espero que você e todos gostem do texto , ou se não gostarem , que façam críticas construtivas para que eu melhore minha escrita. Pode deixar que eu irei comentar no texto dos meus colegas também.


BIOGRAFIA DO REI DO POP
Hoje , dia 25 de junho de 2009, morre o grande astro mundial da música pop , Michael Joseph Jackson em seus 50 anos, deixando ao longo de sua vida milhões de fãs em todo o mundo .
Michael Jackson nasceu no dia 29 de agosto de 1958 , na cidade de Gary , Indiana , Estados Unidos , foi o nono filho do casal Katherine e Joseph Jackson.
Em1964, Michael Jackson já fazia parte de uma banda formada por ele , seus irmãos e dois vizinhos da família. Logo o talento de Michael se destacaria e Michael tornou-se o vocalista da banda, que trocou de nome e passou a chamar-se The Jackson 5. Sucesso nos Estados Unidos com as músicas “ I’ll be there ” e “ABC”. Nessa época, a família de Michael se mudou para Califórnia. Em 1979, Michael lança seu primeiro disco solo, “Off the wall”, que vendeu 11 milhões de cópias , e o lançou de vez no mundo da música.
Três anos depois de “Off the wall”, é lançado o disco mais vendido de todos os tempos: “Thriller”, que confere a Michael Jackson o título de rei do pop. Daí em diante, ele não para mais de subir em sua carreira. Em 1993 Michael da sua primeira entrevista para televisão, desde 1979. Foi um período conturbado na vida de Jackson: queimadura e cirurgias no rosto , troca de cor por causa da doença , polêmicas sobre agressões praticadas por seu pai quando o astro ainda era pequeno. Tais fatos mexeram, e muito, com o aspecto psicológico de Michael. Em 1999, ele se engaja em campanhas de caridade e, a partir daí, ele nunca mais foi o mesmo.
Lançou o disco “Invincible”, que teve um alto índice de vendagem; porém os problemas não paravam. Michael foi acusado de abuso sexual e pedofilia, quase perdeu sua principal propriedade, o Rancho Neverland e, assim foi sendo sufocado tanto por seus problemas pessoais quanto pela mídia que o perturbava todos os dia.
Ano passado, Michael Jackson tentou salvar o que ainda não tinham conseguido destruir de sua carreira, lançou a edição comemorativa de “Thriller”, mas o sucesso não atingiu o esperado.
Hoje Michael Jackson morreu, surpreendendo a todos, deixando lágrimas nos olhos de seus fãs e muitas polêmicas . Ainda não se sabe a causa da morte do astro, mas o que se sabe é que, mesmo não estando no melhor momento de sua carreira , e com a dura infância que teve tristes resultados em sua vida adulta, Michael Jackson jamais será esquecido; seja pelos seus passos de dança originais e que são praticamente impossíveis de serem imitados, ou seja por ter sido, e continuar sendo para sempre, o grande rei da Música Pop.

Hugo Brás - 1101